sexta-feira, 1 de abril de 2011

Videogame é negócio para gente grande


A indústria dos jogos eletrônicos, hoje, é a terceira mais rentável do mundo, perdendo apenas para a indústria bélica e a automobilística. Dentro do campo do entretenimento fica fácil entender porque os games bateram cinema e música em números absolutos.
Quando falamos do universo dos jogos eletrônicos, automaticamente aparece a imagem de um mercado americano superdesenvolvido, em que grandes investimentos estão sendo feitos tanto em construção de sofisticados roteiros quanto na criação de novas e modernas plataformas de consoles.
O surgimento de novas interfaces, como o Kinect (Microsoft), aparelho que capta movimentos e permite ao jogador experimentar o game sem controle, são provas de como esse mercado caminha em termos de desenvolvimento.
A Sony não ficou para trás nessa onda e lançou um joystick (PlayStation Move) com sensor de movimento que lembra, em parte, o modelo pioneiro que a Nintendo utilizou para o console Wii em seu lançamento. Com tantas inovações, fica difícil prever para onde esse mercado irá caminhar e que dimensões irá ganhar com todas as possibilidades que surgem a cada dia. A possibilidade de jogar multiplayer online com pessoas do mundo todo cria, juntamente com toda a tecnologia disponível, uma rede poderosa de pessoas em busca de entretenimento.
Diante desse cenário, podemos questionar onde o Brasil pode se encaixar futuramente, já que a Microsoft lançou em novembro a rede Live de Xbox aqui no Brasil, plataforma da empresa que permite download de conteúdo e conexão para jogar online. Pode ser um primeiro passo muito importante para começarmos a visualizar, futuramente, uma indústria de games em terras tupiniquins. Afinal, mão de obra qualificada e criatividade para tornar realidade esse cenário não faltam por aqui.
Prova disso são algumas empresas consagradas da área como a Ubisoft e a Eletronic Arts, que há alguns anos já possuem escritórios em território brasileiro, e começaram a investir em talentos nacionais. A chegada de novas tecnologias e o aquecimento desse mercado delineia um cenário positivo para o nossa realidade. A iniciativa pioneira da Microsoft de lançar a Live pode incentivar outros grandes grupos a começarem investimentos mais sérios por aqui.
Não há limites criativos para os games e possivelmente teremos um mercado nacional aquecido nessa área. Isso pode trazer mais inovações mundiais ou até mesmo novas empresas para criação de conteúdo. É fato que criatividade é uma matéria-prima abundante por aqui. Games viraram assunto de gente grande e um mercado que não pode ser ignorado. Conhecer sobre ele, em termos de entretenimento, é fundamental atualmente.
Interessou? Quer jogar? Aperte start e boa sorte.

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